Será que as aulas funcionam mesmo?

Eu mesma fui resistente a fazer a transição para aulas por Skype. Confesso que no início não acreditava que seria tão eficiente quanto em sala de aula, que os alunos ficariam muito retraídos, que sentiria falta do quadro branco entre vários outros detalhes aos quais estava tão acostumada. Mas foi movida pela insistência de um aluno que resolvi to give it a try.

No início eu mesma estava fora do meu ambiente e senti-me deslocada; porém a adaptação foi rápida. Aos poucos as aulas presenciais foram sendo substituídas pelas on-line e hoje trabalho apenas com elas, pois vi que podia oferecer a mesma qualidade das aulas presenciais.

Contudo, fica a questão – será que as aulas por Skype se adaptam ao seu perfil?

Acredito que o ambiente virtual não imponha limitações para os alunos, estejam eles no nível básico ou avançado. Se o aluno estiver no nível básico até o intermediário, ele precisará muito da câmera para poder ‘ver’ o professor, entender as instruções e se beneficiar da riqueza que os recursos visuais agregam à aula. Já um aluno que esteja no nível mais alto pode fazer a aula totalmente sem vídeo, se preferir é claro, usando apenas voz e texto.

Já do ponto de vista tecnológico, além de notebook ou computador com o Skype instalado, é extremamente importante ter uma conexão de Internet boa e rápida, câmera de vídeo e fones de ouvido (caso estude em local público),  ambiente confortável e em que o aluno possa se comunicar em um tom normal.

Você deve se perguntar “Como assim um tom normal?”, eu explico, já dei aula para uma aluna que assistia as aulas em um cantinho de seu escritório e era obrigada a sussurrar para não atrapalhar os colegas de trabalho.

Se você tiver as ferramentas necessárias, faça o teste e veja como se sente. Basta agendar uma aula experimental.